Fundado em 1985, o Parque Nacional da Chapada Diamantina ocupa 1520 km² e surgiu com a intenção de proteger a região prejudicada pela mineração e criação de gado, incentivando o turismo e pesquisa científica, abrigando mais da metade da serra do Sincorá.
A vegetação é bem diversificada, misturando florestas de planície, campos rupestres, agrestes e caatinga (nas terras secas). Nos vales à beira dos rios, por exemplo, a mata é densa e os solos, mais ricos.
O ecossistema atual da região registra grandes árvores que foram derrubadas para facilitar a mineração, que também ocasionou a erosão do solo. Com a proibição do garimpo na região do Parque Nacional, o fogo, colocado tradicionalmente nos pastos pelos fazendeiros, é hoje o grande inimigo do ecossistema.
Os solos rasos, consequência das escavações, facilitam o escoamento das águas através das encostas. A Chapada é o grande divisor de águas entre a bacia do São Francisco e os rios que rumam para o Oceano Atlântico, como o Paraguaçu.
Uma atração à parte são os mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários da Chapada. A região possui também muitas plantas que são usadas para fins medicinais.
Entre os animais encontrados na rica fauna da região estão o tamanduá bandeira, tatu canastra, porcos espinhos, gatos selvagens, capivaras e inúmeros tipos de pássaros e cobras. Algumas espécies estão ameaçadas de extinção, principalmente devido à caça.
Fonte: Roma Negócios - Turismo
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